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faz aí

Confira algumas fontes que podem te inspirar e dar aquele primeiro empurrão para colocar a mão na massa.

Quanto tempo você dedica às redes sociais? Quieto no seu canto, você lê histórias, assiste vídeos e se informa com uma sede insaciável de estar por dentro de tudo. Mas, cá entre nós, o que você faz com tanta informação? Não julgo a qualidade do conteúdo consumido e sim o ato glutão de tentar absorver absolutamente tudo o que os olhos alcançam.

Entre uma enormidade de estímulos, eis que você descobre um indivíduo que largou a profissão e planta sementes orgânicas no interior. Outro que montou uma startup, um terceiro que inventou um novo produto, aquele que abriu um restaurante, virou professor, tornou-se presidente de uma nova empresa e teve até que aprender mandarim.

Essa turma não parece preocupada com críticas e nem sequer sabe tudo o que está acontecendo. Eles perseguem um sonho. Admiro cada vez mais o sujeito que simplesmente faz, independentemente da dimensão do negócio.

“Não sabendo que era impossível, foi lá e fez”

A frase, ora atribuída ao poeta francês Jean Cocteau, ora ao escritor americano Mark Twain, resume perfeitamente a libertadora capacidade de transformação proporcionada por guinadas repletas de ousadia e coragem.

Foi só abrir a cabeça para este tema que várias iniciativas, antes desconectadas, começaram a fazer sentido ao meu redor. Recentemente, conheci a TechShop, considerada a “meca” do espírito empreendedor nos Estados Unidos. São dezenas de lojas que criam uma comunidade com acesso a ferramentas, tecnologia e espaço físico capazes de apoiar a elaboração de protótipos de produtos. Um novo brinquedo, um robô, um relógio. Invenções dignas da escola do professor Pardal que já aportaram no Brasil por meio de movimentos, como o Makers.

Sob a ótica do empreendedorismo, descobri ainda o projeto Draft, uma ode aos realizadores. Cuidadosamente catalogados, os trabalhos escolhidos pela publicação encantam por terem conseguido sair do papel. Impossível não recorrer à Endeavor, pioneira no desenvolvimento do empreendedorismo no Brasil, que nunca esteve tão atuante ao divulgar práticas antes inacessíveis ao público em geral.

Da hashtag #issomudaomundo, do Itaú, passando pelo conceito “do great things”, que resume o posicionamento do novo Windows 10, da Microsoft, até o slogan “just do it”, da Nike, inclusive as marcas pregam a tomada de atitude em suas campanhas. Vale lembrar ainda a Adidas, com o seu mantra “impossible is nothing”.

O empurrão vem também do mundo acadêmico. A Singularity University virou referência em quase todas as rodas de conversa sobre inovação. Mesmo assim, a obsessão da universidade após você participar do curso de uma semana nas instalações da NASA é uma só: o que você fará agora com todo esse conhecimento? Temos muitas versões de nós mesmos e, sem dúvida, a melhor de todas é a de que somos aquilo que fazemos.

, F.biz, Diretor de Negócios
Paulo Loeb é co-fundador e Diretor de Negócios da F.biz. Foi um dos fundadores do Fulano, um dos primeiros sites de sucesso de entretenimento da internet brasileira.

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2 Comentários

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    Excelente artigo, apenas defendo uma prioridade do ser em relação ao agir, sem excluir a mútua influência.

  2. Fernanda Geraldo Martins - says:

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    Muito Reflexivo!
    Adorei!

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