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Que história vamos contar em 2022?

Endeavor Brasil
Endeavor Brasil

A Endeavor é a rede formada pelas empreendedoras e empreendedores à frente das scale-ups que mais crescem no mundo e que são grandes exemplos para o país.

2021 nos deixou com uma certeza: vivemos, sim, uma dualidade.

Estamos no melhor momento do ecossistema. 

A América Latina continua no centro dos holofotes. Vemos o futuro do mundo acontecer na América Latina. E o futuro da América Latina acontecer no Brasil. Até 2017, não existia nenhum unicórnio no Brasil e poucos na América Latina. Hoje, 60% das mais de 30 empresas unicórnios da América Latina são brasileiras.

Com injeção de capital e um número cada vez maior de empreendedoras e empreendedores seriais – como Dani da Sallve e Guilherme da Alice – o ecossistema mudou. O Brasil está no mapa global de inovação.

Fora da nossa bolha as coisas são diferentes.

No Brasil e no mundo, assistimos crises em várias as esferas. O mês de janeiro já foi um exemplo: crises ambientais, sociais, políticas fazem de 2022 um ano decisivo dentro de uma década decisiva. 

Nesse contexto, fica nítido que não há mais tempo para buscar soluções que só vão remediar o problema. Os desafios precisam de soluções não só corajosas ou inovadoras, mas também regenerativas. 

Nós precisamos decidir: que história vamos contar? 

Na Endeavor, vemos dois caminhos possíveis para navegar por essa dualidade. Aqui, não é um ou outro. É um caminho e outro.

O papel das scale-ups na sociedade 

Hoje, o papel das scale-ups é mostrar novos caminhos para lidarmos com problemas cada vez mais complexos, sistêmicos e globais. São elas que, neste momento, estão transformando as indústrias. Seja na mobilidade, na agricultura, na moda ou no varejo.

A indústria de absorventes, por exemplo, não mudava há mais de 70 anos. Nós nos acostumamos com a ideia de que esse é um produto descartável, que gera lixo. Até que a Emily e a Duda se questionaram como podia ser diferente. 

Foi assim que elas criaram calcinhas absorventes com soluções para menstruação e maternidade. E elas foram além: a Pantys é a primeira marca de moda do Brasil a adotar a etiqueta carbono neutro. 

A Amaro também firmou, em 2021, o seu compromisso com a sustentabilidade, se tornando uma marca 100% carbono negativo. O que significa que, além de neutralizar suas emissões, o Dominique e o Lodovico estão compensando o dobro do carbono que emitem.

Esses são apenas alguns exemplos da indústria da moda, que é responsável por 10% das emissões de carbono do planeta. Então, se é possível gerar esse impacto na indústria da moda, imagina em todas as outras.

O papel das empreendedoras e empreendedores na sociedade

Até aqui, vemos como o crescimento das scale-ups impactam o ecossistema. Mas não é só sobre crescer, como também multiplicar o impacto por meio do giveback. 

O Sergio Furio é um grande de scale-up & giveback. Em 2012, ele chegava no Brasil para mudar o mercado de crédito e quebrar o monopólio de juros bancários. 

Ele fez isso crescendo a Creditas 46 vezes desde então. Aportando U$ 854 milhões em seis rounds. Contratando mais de 2.500 pessoas em três países. E se tornando um unicórnio brasileiro em 2020. 

Com certeza, ele cresceu. Mas também praticou o giveback. O Sergio é membro do Conselho da Endeavor Brasil e do Scale-Up Ventures. Ele investe em dezenas de scale-ups. E somente em 2021, ele doou mais de 60 horas e mentorou mais de 30 empresas no Brasil, Grécia, México e na Nigéria. 

Se só um empreendedor pode causar esse efeito desproporcional no ecossistema, imagina quando centenas se espalham pelo mundo. Temos certeza que, a partir de agora, serão muitos, por toda parte. Nas mais diferentes indústrias, nas mais diferentes regiões do país.

Quando esses exemplos se multiplicam, geram o que chamamos de Efeito Endeavor. São esses exemplos que sabem que a nossa responsabilidade é maior do que jamais foi. Que reinventam o papel das scale-ups no mundo. E que mudam a forma de fazer negócios no Brasil. 

relatório de impacto 2021