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Os desafios da retenção de talentos

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Trabalhar a retenção de talentos é fundamental para o desempenho da sua empresa. Saiba mais sobre o tema aqui.

Já falamos aqui sobre o grande desafio que é montar uma boa equipe – somar competências, formações e habilidades para criar um time pronto para tocar as demandas do dia a dia da sua empresa. Mas o desafio não para por aí, pois, uma vez que sua equipe dos sonhos está montada, é hora de trabalhar (muito bem) a retenção de talentos. Afinal, você não quer ter que começar a montar um belo time do zero toda vez que um funcionário seu receber uma proposta melhor de trabalho, certo? A retenção de talentos é fundamental para qualquer empresa. Pensando que os funcionários são o ativo central, pois sem eles nada acontece, podemos mensurar a importância de conquistar e engajar essas pessoas para que elas queiram trabalhar com você, e não estejam ali apenas por falta de uma opção melhor.

Bom, mas num cenário atual de crise e desemprego crescente, você pode até pensar: “Ninguém está contratando, não preciso me preocupar em perder talentos”. Alarme vermelho! Para a mão de obra qualificada ou seja, aqueles que podem ser a solução para amenizar os efeitos da crise sobre a sua empresa, essa é a grande hora de contratar e, mais do que isso, a hora de trabalhar a retenção desses talentos.

Esta matéria da PEGN  aponta diversas razões para os empreendedores investirem na retenção de talentos na empresa e traz 6 dicas para reter talentos:

  • Estabeleça um plano de carreira para que o funcionário possa visualizar as possibilidades internas e, assim, investir no seu crescimento;
  • Crie um ambiente que possibilite ao colaborador desenvolver projetos com maior autonomia e novas competências;
  • Envolva os funcionários nos processos de decisão ou engaje-os em projetos em andamento, escutando suas sugestões de forma apreciativa;
  • Crie ações para melhorar o clima no ambiente de trabalho. Estimule a prática de esportes, promova campeonatos internos ou disponibilize áreas de lazer;
  • Crie um ambiente mais familiar, com confraternizações e happy hours, ou incentive o colaborador a contribuir com uma planta, fotos ou objetos que tornem o ambiente mais acolhedor; e
  • Estimule a troca de ideias e crie oportunidades para ouvir as pessoas. Evite eventuais críticas não construtivas.

A seguir vamos explorar mais alguns desses pontos e trazer outras reflexões para você poder traçar estratégias para trabalhar bem a retenção de talentos na sua empresa.

Plano de carreira: alinhe os interesses da empresa com os de seus funcionários

Plano de carreira é um programa que estipula o caminho que cada funcionário vai percorrer dentro de uma organização. Ele determina as competências necessárias para cada posição hierárquica e também qual é a expectativa da empresa em relação à posição. Vale reforçar que investir em promoções podem trazer bons resultados, pelo fato do colaborador já conhecer a cultura e conhecimento da empresa.

O plano de carreira traz vantagens tanto para a empresa, por ser formulado para atrair e reter talentos; quanto para os funcionários, ao assegurar a possibilidade de aprimoramento contínuo.

Empoderamento: delegue autoridade para seu funcionário

O empoderamento está fundamentado na ideia de que ao dar a um funcionário as ferramentas necessárias(treinamento para competências técnicas, recursos, autoridade, oportunidade e motivação), você o torna mais responsável pelos resultados obtidos, e isso é muito importante para alcançar bons resultados.

Sabe aquele papo de “Cabeça de dono”? Ele tem tudo a ver com empoderamento. É só pensar na figura do dono: ela pressupõe uma pessoa que pode tomar todas as decisões necessárias. Então, um funcionário com cabeça de dono, deve seguir nessa mesma linha e, para que isso funcione, a empresa deve, antes de mais nada, ter uma cultura que valorize e crie espaço para que o funcionário se porte dessa maneira, ou melhor: uma cultura de empoderamento do funcionário.

Engajamento: o mais difícil e o mais importante

“As pessoas têm que ter a capacidade de influenciar. Atitude de dono. Como você cria um contexto para que pessoas se sintam assim? A resposta é o orgulho. As pessoas precisam se orgulhar de trabalhar para aquela empresa. Orgulho é melhor do que fidelidade”. Esse é primeiro conselho de Jean-Marc Etlin, do Itau BBA, para empreendedores em busca de gerar engajamento de sua equipe com a empresa.

Uma empresa pode se sustentar oferendo remuneração e benefícios básicos, mas é chegada a hora de buscar o intangível: relacionamento, sonhos, envolvimento e emoções. Lidar com gente envolve outras motivações. Em primeiro lugar, os funcionários devem ter a percepção de que a preocupação do líder e da organização com pessoas é genuína. Em segundo, a empresa deve ser um ambiente de confiança. E isso é muito diferente de um ambiente sem conflito. Em terceiro, o funcionário precisa perceber que a empresa tem senso de justiça, sobretudo em relação às políticas de RH. Como a empresa aplica o mérito? Como são suas políticas de bonificação?

No final das contas, engajar é tão importante quanto reter. Vale a leitura na íntegra desta matéria da Exame.

Bonificação: uma forma de reconhecimento

A bonificação é uma política de remuneração variável no meio empresarial. Trata-se de um sistema de recompensa baseado em metas, ou seja, um pagamento monetário extra-salarial feito a colaboradores que cumpriram uma meta estabelecida. Assim, pode ser uma ferramenta que auxilia no contorno das dificuldades em manter colaboradores motivados e engajados.

Geralmente, o valor da bonificação é definido como uma porcentagem do salário anual. Ele pode ser concedido somente aos níveis mais altos da sua estrutura organizacional, embora seja prática comum no mercado dar a todos os funcionários o mesmo bônus, proporcional às metas individuais batidas. Também é costume entre as empresas pagar o bônus ao final do ano, com os resultados financeiros já fechados.

Mas, atenção para não cair naquela velha história de que bonificar sempre é a solução. Dar sempre mais dinheiro é uma medida que inflaciona a mão de obra. Além disso, a contraproposta e o bônus mandam uma mensagem negativa para os demais empregados. “O bônus vira uma moeda de barganha perigosa, porque, se você dá para um, os outros vão querer também. É como educar um filho à base de presentes”, diz Cris Bonini, diretora de gestão de pessoas, performance e cultura da consultoria KPMG no Brasil.

Bom, agora você já sabe mais sobre como pensar políticas de retenção de talentos. Para escolher sua alternativa, pense sobre qual é a cultura da sua empresa, converse com seu time, entenda como eles se sentem. Somente assim você poderá entender suas motivações e pensar formas de motivá-los a ficar na sua empresa. Boa sorte!

Leia mais:
Atrair, Reter e Motivar Talentos

Elaborando um plano legal de remuneração variável

Como engajar pessoas no meu sonho?

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