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Quem é quem no ecossistema de startups?

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Aprenda as diferenças entre incubadoras e aceleradoras sem causar confusão e busque o melhor para o seu negócio.

Um outro tópico que muitos empreendedores têm pedido esclarecimento é que tipo de “parceiros” uma startup deve buscar.

Obviamente, seria impossível abarcar aqui todos os tipos de parceiros que uma startup pode buscar no mercado, até porque o termo “parceiro” é muito genérico e podemos estar falando de pessoas físicas ou jurídicas, ONGs, governo, parceiros comerciais, etc..

Neste post especificamente, gostaria de tratar do primeiro tipo que listei, as incubadoras e aceleradoras. Muitos empreendedores não compreendem as diferenças entre os dois modelos e acabam buscando informações em sites estrangeiros que às vezes acabam causando mais confusão do que ajudam a entender os modelos.

Isso ocorre por conta de um princípio básico que todos os stakeholders desse mercado precisam sempre manter em mente, que é a tropicalização de modelos estrangeiros. Ou seja, pelo simples fato de que o Brasil é muito diferente economicamente e culturalmente do que qualquer outro país no mundo, isso deve ser levado em conta quando queremos trazer pra cá qualquer modelo de serviço.

Não vou desperdiçar tempo e espaço aqui falando de como uma incubadora funciona, acho que a grande maioria dos leitores sabe. Pra quem quer ter um ponto de partida bacana, sugiro lerem o post do Yuri Gitahy, da Aceleradora aqui.

O meu ponto é tratar das diferenças e das consequências dessas diferenças. Não existe entre os modelos algo que é certo ou errado, melhor ou pior, anterior ou posterior, mas sim um modelo mais adequado para o que se busca.

Se a sua startup necessita de um ambiente de laboratórios e convívio freqüente com pessoas e pesquisas baseadas nas universidades públicas, provavelmente o ideal seria apostar em um programa de incubação de uma boa universidade. Agora, se o no seu caso o que voce precisa é de um cantinho para escrever código e pouco tempo para decolar, então uma aceleradora faz mais sentido.

A mensagem aqui é simples, as incubadoras têm um perfil mais adequado para quem precisa de tempo e muito conhecimento para estruturar o seu negócio. Depende de subsídios governamentais e provavelmente vai precisar de uma quantidade relativamente grande de investimentos para acontecer. Já as aceleradoras se adéquam muito bem aos casos onde um pouco de dinheiro e muita experiência são suficientes para que suas empresas possam decolar em pouquíssimo tempo.

O meu conselho para quem está buscando um parceiro deste tipo é conversar com o maior número possível e descobrir com quem o seu relacionamento pode ser o mais bacana, não só profissionalmente, mas também do ponto de vista pessoal.

 

Humberto Matsuda é Managing Partner e Vice-Presidente de Venture Capital na Performa Investimentos.

, Performa Investimentos, Sócio

Humberto Matsuda é o sócio responsável pelos fundos de Venture Capital da Performa Investimentos. Além disso, é membro do Comitê de Empreendedorismo, Inovação e Capital Semente (CEICS) da Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP). Possui 12 anos de experiência empresarial e desde 2007 se especializa na gestão de investimentos de Venture Capital¸ em especial, investimentos de capital semente.

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