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Que Entrepreneur Nada, Viva o Geekpreneur!

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Já ouviu falar em Geek Economy? Os nerds estão revolucionando o mundo das startups.

Antes que você leitor me detone aqui abaixo nos comentários, explico: A-D-O-R-O os empreendedores, afinal sou um deles, e dos seriais ainda por cima…. o que eu queria mesmo era chamar a sua atenção para que você lesse o artigo.

A parte que diz “que Entrepreneur nada” é só isca pra te trazer até aqui! ;-)

Bom, agora que você está aqui e já sabe que a primeira parte do título era só isca, vamos ao que interessa: a Geek Economy (*).

Se você é familiar com o termo, me desculpe (ou pule esse parágrafo), mas a Geek Economy é um termo que vem sendo usado (não muito ainda, pois não achei na Wikipedia) para denominar esse mundo de APPs e APIs, onde há de um lado desenvolvedores (Geeks) e de outro um ecossistema – Apple Store, Android Store, APIs abertas, etc. (Economy) que faz os produtos criados pelos desenvolvedores serem distribuídos, vendidos, o dinheiro da venda ser coletado, os projetos hosteados, e assim por diante. Ou seja, o dev (como eles são carinhosamente chamados) faz um aplicativo ou api (normalmente em casa, sozinho ou com um time de amigos), sobe numa store (ou plataforma) e, se for bacana e a galera gostar e comprar, ele recebe uma grana todo mês.

Interessante, não? Quer dizer então que o cara não precisa ter empresa, equipe, aluguel pra pagar, funcionários, etc., etc., etc.? Pois é, não. Naturalmente ele terá sua empresinha (um cnpj), mas não empresa no sentido da estrutura, de gente, de custos!

Então ele também não precisa conviver com o tal chamado “custo Brasil”? Em boa parte não (os impostos sim), pois terá uma superlean startup… ou uma geekstartup!

E com relação ao ecossistema brasileiro de startups?

Pois é, ele também está bem menos sujeito a precisar de investidores (ainda raros no Brasil), de pensar modelos complexos financeiros, de passar pela burocracia e custos de contratações de gente, de procurar escritórios (caríssimos nos últimos tempos), de comprar equipamentos, fazer business plans malucos e aprender o que é um elevator pitch!

Quantas vantagens, não?

E se nada der certo, o que ele perde? Só o tempo dele, mas como bom dev que é, provavelmente estaria “codando” no final de semana e a noite anyway! ;-) Ele não quebra. Não vai parar no Serasa e não se estropia todo como a maioria dos empreendedores.

Mais interessante ainda, não?

E, com o mundo virando cada vez mais uma aldeia global, ele tem ainda a chance de geekpreender no mundo todo, afinal um APP em inglês (coisa simples de fazer, mesmo sem falar inglês perfeitamente), vende pelo globo todo!

Pois é, bem bacana. Mas claro, tem uma questão importante, pra ser um Geekpreneur precisa saber desenvolver e, claro, precisa criar algo muito bacana, original e diferenciado (mas isso precisa sempre, né?)!

;-)

(*) Bob Wollheim é empreendedor, sócio da Sixpix Content (ExpoY, youPIX e SMW) e sócio fundador da Appies.co, uma aceleradora de Geekpreneurs, portanto esse artigo NÃO é isento e tem sim todas as intenções de valorizar esse mundo, afinal ele está empreendendo nele, mas, nada do que ele escreveu aqui parece fake ou forçado para ele, então ele acha que está valendo sim! ;-)

, Grupo ABC, Head Digital
Bob Wollheim montou sua primeira empresa em 87, na garagem de sua casa. Quando a Internet dava seus primeiros passos em 95, criou a Yes!Design, voltada para produção na Internet, empresa vendida para a PoppeTyson 2 anos depois. Ingressa na StarMedia em 98. Em 2000, funda a Ideia.com. Em 2003, cria a EmpresaBrasil! (www.empresabrasil.com.br), um Blog sobre Empreendedorismo. Ainda no mesmo ano associa-se ao Fotosite, uma empresa de produção de conteúdo que dá origem à Sixpix Content, que hoje publica as plataformas de conteúdo Clix, Pix, ResultsON, Oxigênio.Etc e Zubaloo. Em 2011, fundou,  ao lado do sócio e desenvolvedor Dirceu Pauka Jr., a Appies.co, primeira aceleradora e rede de negócios a apoiar desenvolvedores de apps e APIs. É um apaixonado por empreendedorismo e por viagens de aventura. Tem vários artigos publicados e é autor do livro “Empreender não é brincadeira!” pela Negócio/Campus. É também Mentor do Instituto Empreender Endeavor.

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