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Produtividade e pleno emprego

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Estudo realizado pela McKinsey mostrou que 91% dos executivos sabem que desperdiçam tempo no trabalho. E a resposta para isso está na produtividade.

Arrisco dizer que estamos vivendo um dos períodos de maior escassez de mão de obra qualificada no Brasil. Com a taxa geral de desemprego atualmente na faixa de 5,5%, vivemos uma economia de “pleno-emprego”. Para as empresas em crescimento, isso se materializa na dificuldade de contratar pessoas para novos cargos. E a situação é crítica nas áreas que demandam alta qualificação.

Muitas empresas lidam com o problema intensificando seu esforço de recrutamento e aumentando o valor das suas propostas. Mas essa solução pode trazer consequências adversas. É comum que a contratação de ‘gente de fora’ com salários acima do padrão gere uma onda generalizada de pedidos de aumento e equiparações por toda a estrutura da empresa. Se atendidas, há a erosão da margem de lucratividade. E, se não atendidas, há o risco da desmotivação e do aumento do turnover – jogando a empresa em uma dinâmica perigosa.

Mas, então, o que fazer? Uma resposta é: fazer mais com menos. Vou tomar a liberdade de citar dois estudos distintos realizados pela consultoria norte-americana McKinsey para embasar este raciocínio.

O primeiro, realizado com uma amostra de 1.500 executivos, traz a alarmante constatação de que apenas 9% deles estão ‘Muito Satisfeitos” com a maneira como o seu tempo é alocado. Isso mesmo. Em outras palavras, 91% sabem que desperdiçam tempo em alguma medida. Ou mesmo de forma generalizada.

O segundo, realizado a partir de estudos em profundidade em cinco setores da economia, apontou que o uso de ferramentas de colaboração no ambiente de trabalho aumenta a produtividade de trabalhadores altamente qualificados entre 20 e 25%. O número impressiona.

Na prática, ele significa que, se você está pensando em contratar uma nova pessoa para a sua equipe de quatro colaboradores, talvez haja um outro caminho. Melhorando a alocação dos indivíduos em tarefas realmente prioritárias e trazendo mais facilidade e transparência para a comunicação entre as áreas da empresa, você pode ter um ganho de produtividade que eliminaria a necessidade da contratação adicional. Ou seja, neste exemplo, o quinto elemento é a PRODUTIVIDADE.

Vc já pensou nisso? É possível que haja grandes ganhos a serem capturados pelo aumento da produtividade aí mesmo, na sua própria equipe.

Antonio Carlos Soares é co-fundador do Runrun.it e trabalha há mais de 20 anos na gestão de empresas de alto crescimento.

, Runrun.it, Co-fundador
Antonio Carlos Soares (AC) iniciou sua carreira como consultor no Monitor Group. Foi sócio e diretor de planejamento e gestão da Trip Editora de 2000 a 2007. Em junho de 2007, juntou-se à Aorta Entretenimento como sócio e CEO, tornando-se responsável pelo reposicionamento que levou a empresa à liderança do setor de desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis para empresas, obtendo um crescimento de 12 vezes em 4 anos e conquistando os mais importantes prêmios do setor. Hoje, como empreendedor serial, dedica-se à criação do runrun.it, um software para gestão de equipes na nuvem. Além disso, é vice-presidente da ONG Ação Comunitária, voltada à educação de crianças em áreas de risco social.

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