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O poder da mentoria: conexões que fizeram a diferença

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O que faz conexões durarem a vida toda? Veja as regras de ouro para ter (ou ser) um mentor.

“Se eu soubesse o que sei hoje com 18 anos, amigo… Bill Gates ia ser pequeno para mim”. É por isso que Pedro Janot, primeiro presidente da Zara no Brasil e Conselheiro da Azul Linhas Aéreas, acredita tanto no poder da mentoria. Teria se aproveitado muito de um mentor, em seu início de carreira – para ele, é como tomar um atalho do bem: “Quer dizer, você não necessariamente precisa passar por tudo que ele passou. Pega uma parte e aplica”.

Por isso o mentor ganhou uma definição curiosa, nas palavras de Pedro: fast food do conhecimento – “você pega um cara com 30 anos de experiência e tem ele à disposição por poucas horas para condensar isso tudo”. De certo Guilherme Weege, presidente do Grupo Malwee, concorda. Os dois têm uma relação mentor-mentorado de alguns anos e Guilherme fez questão de reforçar como Pedro fez diferença em sua carreira.

Leia mais: 4 dicas (e 2 segredos) sobre mentorias

No palco do CEO Summit Sul de 2015, eles compartilharam alguns aprendizados dessa experiência:

1. O empreendedor precisa estar aberto a receber.

“Falar suas verdades pro empreendedor as vezes é muito duro. Existe uma coisa chamada ego e tem gente com dificuldade de colocá-lo em uma caixinha e admitir erro”, diz Pedro Janot.

2. O mentor precisa ser 100% sincero e estar entregue

Para Pedro Janot, o mentor deve ter prazer em compartilhar todo o conhecimento que ele tem. Seu papel passa por proteger o empreendedor de si mesmo. Bem humorado, ele explica: “O mentor não pode ser frouxo. Tem que mandar o papo reto, sem se preocupar se o cara vai gostar ou não. Tá ali, pediu opinião, vai ouvir. Doa a quem doer, ele [o mentor] precisa ser franco e direto”.

3. Apesar de tudo, profissional e pessoal devem ser bem separados

Uma dica de ouro é encontrar alguém com quem você tenha empatia – tanto para que o empreendedor se sinta à vontade para abrir ali seus problemas, quanto para que o mentor tenha prazer de dividir com ele tudo o que ele sabe. Para Guilherme, no entanto, um ponto de atenção é entender até onde vai o relacionamento: “Quando o mentor vira amigo e se preocupa mais com você que com seu negócio, ou vira seu business partner, ele deixa de ser mentor”.

Assista à conversa completa no vídeo acime e clique aqui para se inscrever no canal da Endeavor no Youtube!

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