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O que Zuckerberg aprendeu ao ouvir “não” para seu negócio

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Mark Zuckerberg, aos 32 anos, já possui um império. Seu negócio, a rede social Facebook, possui um valor de marca de aproximados 100 bilhões de dólares (na cotação atual, 325 bilhões de reais).

Em 2004, quando ainda era um estudante na Universidade de Harvard, Mark fundou o TheFacebook.com, plataforma que viria a ser a maior rede social do mundo. Doze anos depois, o empreendedor é a sexta pessoa mais rica do mundo,segundo o ranking da revista Forbes. Quem olha para o Facebook hoje não acredita que alguém pudesse ter duvidado de seu sucesso, mas isso aconteceu – e não foram poucas vezes.

No evento Global Entrepreneurship Summit 2016, realizado no Vale do Silício, Zuckerberg contou brevemente sobre essa experiência com os críticos. No painel do GES, ele estava ao lado do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e de outros três empreendedores: Mai Medhat,; Jean Bosco Nzeyimana; e a peruana Mariana Costa Checa, da Laboratoria. Saiba um pouco mais sobre como o fundador do Facebook lidou com as críticas à sua rede social – e o que você pode aprender com isso.

  • O “não” que fortaleceu um sonho

Mark Zuckerberg conta que, quando criou o Facebook, preocupava-se em dar voz a todos por meio de ferramentas de compartilhamento. “As pessoas poderiam mostrar aquilo com que se importam e, assim, poderiam unir-se como comunidade. [O Facebook] começou pequeno, em uma universidade [Harvard], e não achei que seria uma companhia naquela época”.

Em uma entrevista antiga, é possível ver um jovem Zuckerberg falar sobre seu site, o TheFacebook.com. Relaxado, o empreendedor conta que seu objetivo era recriar o ambiente universitário no meio online. E nada muito além disso. “Estava convencido de que alguém construiria algo assim [rede social] para o mundo, mas achava que seria uma outra companhia, alguma que já tivesse engenheiros e estivesse acostumada a desenvolver algo para centenas de milhões de pessoas, no mundo todo”.

“O que aconteceu é que ninguém construiu, então nós simplesmente continuamos”, completou o empreendedor, arrancando risos da plateia.
Porém, assim que lançou o TheFacebook.com, começaram as críticas:

“As pessoas nos diziam que talvez universitários gostassem, mas que ninguém mais gostaria e que nós provavelmente não faríamos dinheiro com isso.”

O crescimento da rede contrariou a opinião dos primeiros céticos; mas, mesmo assim, surgiram mais pessoas dizendo que o Facebook era apenas uma moda e que nunca seria um bom empreendimento. Depois, houve a mudança do comportamento dos usuários, que passaram a priorizar o acesso à internet pelos smartphones. “Novamente, as pessoas achavam que não seria um negócio sustentável”, resume o fundador do Facebook. Como se sabe, a rede social se adaptou a todos os desafios citados no discurso do empreendedor.

  • As lições ao longo do caminho

Mark chegou a uma conclusão, após tantas rodadas de críticas: Os empreendedores que constroem iniciativas que perduram são aqueles que estão mais preocupados em criar algo que transforme o mundo – e não apenas em ter um negócio e tirar seu sustento dele.

“Para mim, empreendedorismo é criar mudança, e não apenas companhias.”

“Os empreendedores mais eficientes que eu encontrei se importam profundamente com uma missão, uma transformação que eles tentam criar. Muitas vezes, eles não começam pensando em montar uma empresa. Então, só faça se tiver paixão pelo que você está fazendo”, resume o fundador do Facebook. “Você continua porque se importa, e não porque quer um negócio.”

Conteúdo originalmente adaptado de Exame.com

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