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Metas Para Inovação

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Para um negócio se reinventar é necessário saber aonde se pretende ir e qual a estratégia para chegar lá.

 

Ao longo da história foram proferidas algumas frases infelizes sobre  inovação.  Um alto funcionário do escritório americano de patentes  afirmou, no início do século passado, que existiriam poucas coisas a se inventar, haja vista  a quantidade de patentes já depositadas até então! Outra famosa é do presidente da IBM, Thomas J. Watson em 1943:“Eu acho que deve haver mercado no mundo para talvez cinco computadores.”

Analisando essas frases, e o que aconteceu em seguida,  está claro que o processo de inovação acontece de forma contínua, e normalmente condicionado às necessidades do ser humano. Sem a inovação, estaríamos ainda morando em cavernas, vestindo-se com roupas de peles e nos comunicando com grunhidos. Enfim, assim como a evolução, é um contra-senso fixar uma data para o término do processo criativo que gera inovação.

Porém, diferentemente da evolução – que ocorre de forma gradual e espontânea ao longo da história – no mundo corporativo, para empresas que buscam crescimento com foco em inovação, o caminho muda. Para estas torna-se necessário definições claras do papel da inovação dentro da estratégia global de crescimento.

Definindo-se que a inovação fará parte do “negócio”, será necessário conhecer profundamente o mercado de atuação, com o objetivo de prever suas tendências e definir metas do processo criativo para atendê-lo.

Porém, antes de definir as metas, há perguntas que devem ser respondidas:

1.    O que é inovação para a empresa?

2.    Que percentual de projetos inovadores o portfólio de desenvolvimento suporta?

3.    Há competências internas capacitadas para a execução do projeto?

4.    Qual a capacidade de investimento para a área?

5.    Será necessário atrair investidores?

6.    Existem incentivos governamentais de apoio?

7.    Qual o risco, e a empresa está dispostas a assumi-los?

8.    Está preparada para aceitar o fracasso?

Suprido dessas informações define-se as metas de inovação e parâmetros de medição como: crescimento pretendido versus percentual de investimento nesta área, quantidade de produtos/serviços a serem lançados anualmente, faturamento dos produtos/serviços inovadores em relação aos “commodities” do portfólio, tempo de mercado para considerar o produto/serviço uma inovação e outros particulares a cada negócio.

Enfim, como regra geral, para tornar um negócio sustentável e de sucesso, é necessário definir metas de onde se pretende chegar e com qual estratégia. E no caso de inclusão de inovação no projeto empresarial, não se foge à regra.

Roberto Alcântara é presidente e fundador da Angelus – Indústria de Produtos Odontológicos S/A, Empreendedor Endeavor desde 2008, e também escreveu sobre o acesso a recursos para inovação.

, Ângelus, Empreendedor Endeavor
Roberto Q. M. Alcântara é Presidente e fundador da Angelus - Indústria de Produtos Odontológicos S/A. Formou-se em Odontologia pela Universidade Estadual de Londrina em 1984 atuando na área como especialista em Endodontia por 10 anos. Em 1994 inicia o desenvolvimento de produtos inovadores motivado entre alguns fatores pelo inconformismo com as técnicas artesanais que realizava no exercício profissional. Deste 2007 é vice-presidente empresarial da ADETEC ( Associação de Desenvolvimento Tecnológico de Londrina). É palestrante convidado pela FINEP e BNDES, ANPROTEC, FIEP para cases de inovação. Em 2008 tornou-se empreendedor Endeavor. É um empreendedor extremamente motivado por inovação sendo autor de várias patentes na área odontológica depositadas no Brasil e exterior.

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