Fora de casa e da caixa: conheça a mídia Out of Home e entenda porque ela tem atraído tantos anunciantes

Endeavor Brasil
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A Endeavor é a organização líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em mais de 30 países, e com 8 escritórios em diversas regiões do Brasil.

Ao usar a inovação para buscar o consumidor onde ele estiver, a mídia OOH tem crescido e ganhado audiência. Entenda como ela funciona.  

Quando as chamadas mídias de massa surgiram, elas eram o que podemos chamar de “caseiras”. Pense nos jornais e nas revistas, depois no rádio e na TV de antigamente: o normal era que as pessoas os consumissem dentro de casa, ou de algum outro ambiente fechado. A mobilidade era bem baixa: no máximo, só os jornais e as revistas eram levados para passear por aí.

Com o tempo, as coisas foram mudando. Por vários motivos — como meios de transporte mais acessíveis e a ascensão das mulheres no mercado de trabalho –, as pessoas começaram a sair de casa com maior frequência e a circular mais pelas cidades. A publicidade acompanhou esse movimento: cartazes, painéis e outdoors passaram a fazer parte da paisagem urbana.

Out of home: em busca dos consumidores, onde eles estiverem

Para os anunciantes, era preciso estar onde os consumidores estavam. De certa forma, este pensamento já era o embrião do que hoje conhecemos como Out of Home (“fora de casa”), cujo acrônimo é OOH. Ou seja, a mídia que atinge as pessoas em qualquer lugar que não seja aquele onde elas moram.

Hoje, ela é considerada a última das mídias de massa, e engloba de tudo: outdoors, cartazes, adesivos de ônibus, painéis de ponto de ônibus, aeroportos e de estações de metrô, quiosques de shopping e qualquer tipo de formato que pretenda atingir os consumidores fora de casa.

A partir da era digital, surgem os formatos de DOOH, ou Digital Out of Home, mais interativos, chamativos e que usam vídeos e movimento para capturar a atenção do consumidor, como telas em elevadores, displays e painéis em locais diversos, outdoors digitais etc.

Assim, se pudermos resumir, a mídia Out of Home é:

Qualquer coisa: de outdoors a painéis digitais, de mídia em ônibus a tótens em quiosques;
Em qualquer lugar: de rodovias a ruas, de aeroportos a shopping centers;
A qualquer hora: 24 horas por dia, sete dias por semana, com conteúdo dinâmico e sempre com o objetivo de chamar a atenção.

Novos formatos de OOH surgem todo dia. Você pode se manter informado pelo site da Associação Brasileira de Out of Home (ABOOH).

Por que considerar OOH no seu marketing?

Entre os benefícios desses formatos, os principais são:

Visibilidade na certa: Hoje em dia, é praticamente impossível passearmos por aí sem nos depararmos com pelo menos uma peça de OOH. Elas simplesmente estão lá, em nossas idas e vindas do dia a dia;

Alcance e impacto: Se você planeja campanhas para diversos meios de comunicação como televisão, jornais ou internet, usar a mídia OOH pode proporcionar um alcance ainda maior para a sua marca, reforçando as mensagens que distribui. Além disso, ela tem bom potencial de impacto porque apela para um dos nossos sentidos mais aguçados: a visão.

Geolocalização: Esse benefício vale mais para os formatos DOOH, que permitem a anunciantes direcionarem a comunicação para um público bem específico, no momento exato. Um exemplo para ilustrar: um restaurante próximo a um grande centro empresarial pode anunciar, nas telas de elevadores do prédio e em horários próximos ao almoço, suas promoções para essa refeição.

Interação: Hoje, anunciantes estão interagindo com seu público por meio de Digital Out of Home. Caso os usuários permitam, eles recebem notificações de displays eletrônicos e de outras peças. Os beacons, dispositivos que emitem sinais por meio de tecnologia, também estão sendo utilizados.

Quando utilizar a mídia OOH?

Assumindo que o objetivo final de sua marca seja atingir algum público-alvo, em tese — e graças à imensa variedade de formatos existentes –, você pode sempre considerar incluir a mídia Out of Home no seu plano. Não estamos falando de investir em formatos caríssimos como painéis em grandes avenidas, mas de ações específicas e inovadoras, que podem trazer ótimos resultados.

Imagine, por exemplo, que você tenha uma solução de gestão para consultórios médicos. Você pode investir em formatos específicos de Digital Out of Home em hospitais ou em congressos do setor. Tudo depende dos seus objetivos de marketing. Uma vez traçados, a mídia OOH pode oferecer o caminho para atingi-los.

Antes patinho feio, hoje a menina dos olhos

Demorou um certo tempo para que agências e anunciantes percebessem o verdadeiro potencial dessa mídia. Em relação às mídias tradicionais, os formatos Out of Home (principalmente os digitais) eram considerados os “patinhos feios” do mercado, que não dava muita bola ou crédito para as peças.

Foi só mais recentemente, a partir de 2016, que as atenções se voltaram para essa mídia, em grande parte por causa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. De acordo com esta matéria do Propmark, no primeiro semestre de 2017, o setor de OOH obteve o maior crescimento entre todas as mídias no mercado brasileiro, com 26% de avanço no período, acumulando cerca de R$ 1,7 bilhão em valores brutos e representando 2,8% do bolo publicitário. Os dados são do Kantar Ibope Mídia.

Dados mais recentes, levantados pelo Grupo de Mídia São Paulo, comprovam essa tendência. No Brasil, a mídia OOH já é a terceira mais notada pela população, ficando atrás somente da TV Aberta e Mídia Digital. O público das classes econômicas B2, C1, C2 e D/E são os mais impactados, com proporção similar entre os sexos: feminino (51%) e masculino (49%). Mais de 57% das pessoas afirmam que prestaram atenção à mídia exterior nos últimos 30 dias. E 48% das pessoas notaram a mídia exterior nos últimos sete dias.

Ou seja: se você ainda não inclui formatos OOH em seu plano de marketing, está na hora de reavaliar. Com o alcance, a segmentação e a liberdade que a mídia oferece, sem dúvida você encontrará um uso interessante para ela. Boa sorte!

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