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Mais eficiência e menos custos

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Tecnologia amplia recursos de pequenas empresas. Veja por onde começar a usar a computação em nuvem.

De acordo com a consultoria Internacional Data Corporation (IDC), em 2011, o cloud computing (computação em nuvem) ajudou organizações de todos os tamanhos, no mundo todo, a economizar US$ 400 bilhões. A tecnologia está alterando os modelos de negócio e esta tendência em particular traz implicações significativas aos empreendedores, pois amplia os recursos tecnológicos acessíveis a pequenas empresas. Escala, estabilidade dos serviços e redução de custos com manutenção estão entre as principais vantagens.

O conceito de cloud computing

A tecnologia conhecida como “nuvem” disponibiliza as mais variadas aplicações por meio da internet, em qualquer lugar e independente da plataforma utilizada, sem a necessidade de instalação em computadores e outros dispositivos. A maioria dos leitores provavelmente já utilizou aplicações na nuvem ao assistir vídeos no Youtube e acessar e-mails no Gmail, Hotmail, entre outros. O conceito de nuvem reflete a alocação dispersa de recursos e a utilização de tecnologia como serviço, pois só se paga pelo que se usa.

Aplicações possíveis

Os empreendedores podem utilizar cloud computing para aplicações tecnológicas como e-mails, armazenamento e back-up de dados e Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM), com ganhos emescalabilidade e elasticidade, agilidade na implementação e gerenciamento de projetos, além de economia em infraestrutura. O acesso a sofisticados Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (ERP) possibilita integração de dados e processos, aumentando a produtividade e competitividade do negócio.

Por onde começar?

Antes de contratar um provedor de cloud computing, é importante entender o conceito de computação em nuvem e suas aplicações no negócio, conhecer o provedor e suas certificações, e analisar o contrato para garantir a privacidade e segurança dos dados, além da disponibilidade do serviço contratado. A adoção de cloud computing pode começar por sistemas e aplicações específicos até atingir as áreas estratégicas do negócio.

Ao adotar a computação em nuvem, os custos do negócio passam do CAPEX para OPEX, ou seja, de gasto com investimentos para gasto com operação. O investimento em infraestrutura de TI é reduzido drasticamente, pois não há a necessidade de compra de servidores, softwares e licenças, aumentando o capital disponível para as áreas estratégicas do negócio. O custo com TI passa a ser periódico, de acordo com os serviços utilizados e os empreendedores podem ampliar seus contratos em períodos de alta demanda e depois retornar aos níveis de utilização média, sem aumento de custos fixos.

Para empresas de menor porte, independente do ramo de atividade, a adoção de cloud computing incrementa a segurança da informação. Devido à baixa escala e orçamento limitado desses empreendimentos, a segurança de seus servidores é inferior a de grandes fornecedores de tecnologia. Além disso, os serviços contratados normalmente são acompanhados por atualizações periódicas de novas versões do software, o que diminui os investimentos em manutenção. Mas é preciso também evitar os riscos de uma migração mal feita e estar atento para os novos desafios de segurança. Vale conversar antes com quem já viveu a experiência da migração para a nuvem e, como em uma compra convencional, avaliar as ofertas disponíveis.

 

Antonio Gil é graduado em Engenharia de Produção pelo ITA, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), ligado à Presidência da República.

 

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, Brasscom, Presidente
Graduado em Engenharia de Produção pelo ITA, Antonio Carlos Rego Gil iniciou sua carreira na IBM, onde alcançou o cargo de COO (Chief Operations Officer) no Brasil e CEO (Chief Executive Officer) na Venezuela. Em 1986, tornou-se presidente da SID e, em 1993, assumiu a presidência da Lucent Technologies do Brasil. A partir de 1998, Gil passou a trabalhar em parceria com o grupo de investidores IT Partners com o objetivo de procurar oportunidades no segmento de IT e Telecom no Brasil. Como fruto deste relacionamento, tornou-se presidente da CPM (atual CPM Braxis CapGemini), empresa que em julho de 2000 passou a fazer parte do IT Partners, na América Latina. Desde 2007, é presidente executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM). Gil é membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) , ligado à Presidência da República e do Conselho de Competitividade do Plano Brasil Maior, também ligado a Presidência.

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