O ponto de inflexão do Open Innovation no Brasil

Endeavor Brasil
Endeavor Brasil

A Endeavor é a organização líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em mais de 30 países, e com 8 escritórios em diversas regiões do Brasil.

Conheça a metodologia do Duplo Diamante, criada para que corporações e scale-ups extraiam o máximo de valor de suas parcerias de inovação.

Mais da metade das 500 maiores companhias do mundo, listadas pela Forbes Global 2000, estão trabalhando com startups. Enquanto isso, a maioria dos unicórnios (61,7%) listados pelo The Wall Street Journal foi investida por, pelo menos, uma corporação.

Há mais casos positivos de Open Innovation do que negativos, mas a verdade é que a chegada das corporações, com mais capital e interesse para investir em scale-ups, pode acelerar ou frear o que os empreendedores construíram até aqui.

A diferença começa na primeira grande decisão: por que quero me conectar?

O ruído entre as duas partes, muitas vezes, vem de uma resposta mal formulada a essa pergunta.

São muitas iniciativas, entre hackatons, espaços de coworking, programas de aceleração, entre outras, que estimulam esses dois lados a entrarem em contato direto. Por isso, é preciso cuidado para que essas interações não se dêem apenas porque “devem”, ou porque o mercado diz que elas são vantajosas, sem saber bem o porquê ou o como.

É preciso torná-las bem sucedidas por meio de um processo que envolva reflexão, planejamento, critérios e indicadores claros, além de engajamento durante a execução e combinados sobre os caminhos de evolução que a sucedem.

Para facilitar, a Endeavor desenvolveu o Duplo Diamante do Open Innovation, uma metodologia de relacionamento entre corporações e scale-ups.

No primeiro diamante, determina-se a estratégia de inovação. No segundo, a parte tática: como fazemos acontecer. As etapas vão da definição de objetivos e ambições, passando pela decisão sobre o formato de inovação aberta, mapeamento e seleção de parceiros, até as negociações e…

“E é aí que tudo trava”, conta Ilana Nasser, Diretora de Relações Institucionais da Endeavor. “Cansei de ver conexões de alta qualidade serem feitas, até POCs [Provas de Conceito] serem geradas, mas o negócio depois, de fato, não fechar.”

Há vários ajustes que devem ser realizados de ambos os lados e pontos de atenção nos passos que se seguem para que a parceria realmente seja ganha-ganha e gere bons resultados.

Quer entender melhor como extrair o máximo de valor possível das suas iniciativas de Open Innovation? A Ilana apresentou o framework completo no painel que abriu o Scale-up Summit 2019. Confira no vídeo acima!