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Qual é o (melhor) próximo passo? – Guilherme Leal, Natura

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-”Diante desse cenário de crise, você é otimista ou pessimista?” -”Eu sou teimoso”.

“Não tem essa de ser otimista ou pessimista, tem que encarar os desafios, tentar jogar luz sobre as questões. Não podemos ter medo da transformação que vai exigir redefinições do nosso comportamento”, diz Guilherme Leal. Co-fundador da Natura, ele faz parte de diversas organizações que procuram alterar a lógica do capitalismo. Não reduzindo a importância do lucro ou do poder de mercado, mas assumindo o potencial de mudança social do empreendedor.

A sociedade está caminhando para ser cada vez mais complexa e interativa, com competências que não tínhamos antes. Em um momento de incerteza e descrença, como pessoas e empresas podem adquirir um senso de co-responsabilidade para realizar a transformação que buscamos? Para Guilherme, um ponto está claro: Não podemos apenas nos conformar com a situação. A solução também está no meio empresarial.

Leia mais: Por que Guilherme Leal acredita que a sustentabilidade é o futuro?

Recentemente, a Natura se tornou a maior B Corporation (B, de benefício) do mundo – passando por uma avaliação complexa que garante um selo de certificação a empresas com fins lucrativos que tenham impacto social positivo. Mas o que eles queriam com isso não era só mais um selo, e sim levantar a barra para o que seria o dever de todos que crescem como eles:

“A capacidade empreendedora vai além dos muros da empresa. É preciso redefinir o que é o sucesso de uma empresa”.

Ele conta ainda que a avaliação das B Corp acaba se tornando um roadmap de como melhorar pontos cruciais para o avanço no comprometimento social e ambiental. Mas acima disso, ele defende que as empresas já nasçam “B”: “está crescendo a percepção de que os negócios têm um papel nisso, mas os negócios são feitos de pessoas. Então, a primeira revolução é a revolução do coração, da percepção”.

Veja as principais lições de Guilherme Leal neste painel:

1. O outro pode ser complemento, em vez de ameaça. Nada é mais disruptivo que aprender a trabalhar com o adverso, dialogar. Precisamos estar cada vez mais conectados para provocar as mudanças que precisamos.

2. Tenha o propósito no DNA de sua empresa, desde o início. Se você não tiver o propósito no centro, não empolga ou retém nenhum talento fundamental para uma construção relevante.

3. Montar um negócio lucrativo é importante, claro, mas o empreendedor é mais do que isso. Nascemos para sermos felizes. O empreendedor tem que ajudar a construir felicidade para si mesmo e para a comunidade em que participa, solucionando problemas – e problemas globais geram grandes oportunidades.

Confira no vídeo acima  a conversa completa entre Guilherme Leal, da Natura, e Ricardo Guimarães, da Thymus, no CEO Summit 2015!

Leia mais:

Chief Detail Officer: cada experiência conta – Edgard Corona, Bioritmo, e Constantino Jr., Gol

Em momentos de incerteza, somos todos startup – Flavio Rocha, Riachuelo, e Frederico Trajano, Magazine Luiza

O papel do empreendedor da porta para fora – Jorge Gerdau e Pedro Passos, Natura

Correalização:

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