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GEC 2013: Melhores momentos do 2º dia

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No principal dia do GEC 2013, reservamos os melhores ensinamentos de empreendedores dos quatro cantos do mundo.

- Abilio Diniz, presidente do Conselho do Grupo Pão de Açúcar, sobre a possível ida para o conselho da BR Foods: “Às vezes me dá frio na barriga. Trabalho a 50 anos com distribuição e comércio e agora estou indo para a indústria”. Ao mesmo tempo, ele reiterou que pode contribuir muito para as duas empresas e, principalmente, para uma relação melhor entre fornecedor e distribuidor, que, segundo ele, “têm sempre um atrito aqui ou ali”.

Abilio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar, conversa com Juliano Seabra, diretor-geral da Endeavor Brasil.

- A visão de Brad Feld, fundador da TechStars, sobre como funciona o ambiente empreendedor ideal. Ele está dividido entre feeders e os leaders. Para ele, um necessita do outro, e são igualmente imprescindíveis para o impacto do empreendedorismo. Uma dica que ele deixa para os empreendedores é focar mais em dar do que receber, mesmo sem uma perspectiva clara do que terá em troca. “Não é altruísmo, mas você vai receber muito mais do que imagina.”

- “O que é inovação? É algo caro, pois ainda não temos demanda dela na sociedade – a sociedade não conhece esse novo produto ou serviço. Por isso, imaginamos que o produto irá falhar. Mas precisamos, como empreendedores, mostrar para a sociedade como são nobres os valores da inovação”, Oskar Metsavaht, fundador da Osklen.

- Yu Zhen, do Shangai Tecnology Entrepreneurship Foundation, revelou algumas medidas que o governo chinês tem tomado para encorajar cada vez mais pessoas criar empresas, principalmente em tecnologia. Para ele, o povo chinês precisa agir mais como empreendedor: com positividade, otimismo e ousadia. “Ser empreendedor é não ser satisfeito em ser um gerente e sim ser algo a mais, fazer algo diferente e ter impacto”, disse, ressaltando ainda que investimento não é tudo.

- “O que significa ser empreendedor?”, provocou Gary Schoeninger, CEO do The Entrepreneurial Learning Initiave. “Eu encorajo vocês a pensarem nesta questão ao voltarem para seus países, suas cidades: ser empreendedor não tem nada a ver com negócios. Tem a ver com a natural tendência humana de querer descobrir novas formas de melhorar a vida de todos. Isso é agir de forma empreendedora”.

- “É só juntar as pessoas, colocá-las perto umas das outras. Assim, as coisas começam a funcionar, seja no Vale do Silício, em Cingapura, na Finlândia ou em qualquer lugar”, Miki Kussi, finlandês fundador do Startup Sauna. Miki defendeu ainda a criação de um polêmico Dia do Fracasso na Finlândia, uma data em que as pessoas lembrem-se do que aprenderam com seus erros. “Dia do fracasso? Que genial é isso. Devemos pegar essa ideia e aplicar no mundo. Temos exemplos aqui [no GEC] que funcionam e podem ser aplicados em todas as partes do mundo”, completou Thom Rhue, da Kauffman Foundation.

- O britânico Fintan Donohue, fundador do Gazelle Group, vê na educação o caminho para que as próximas gerações pensem de forma mais empreendedora no ensino nas escolas. “Nós não podemos investir em métodos de ensino que têm resultados duvidosos”. Para Fintan, a revolução está no sistema de educação “a que já estamos habituados”, imutável a décadas.

- Fundadora e CEO da Endeavor Global, Linda Rottenberg citou uma angústia comum em startups: os obstáculos que surgem na fase do crescimento. Para ela, essa é uma questão diretamente ligada à cultura. Hernan Kazah, co-fundador do Mercado Livre, apontou como um dos problemas o fato de os empreendedores acharem que o crescimento tem a ver com “pisar mais no acelerador”. “Em vez de sair correndo atrás de uma nova ideia, é melhor manter o foco e encontrar os pontos de atrito que estão inibindo o crescimento. Trata-se mais de tirar o pé do freio.”

- O dia foi encerrado com a mensagem de Fábio Barbosa, CEO do Grupo Abril, para as novas gerações de empreendedores: “Pense no longo prazo. O que farão será visto e julgado por outros. Um empresário americano me disse, muito tempo atrás, que eu seria julgado amanhã pelo que fiz hoje, mas com os valores de amanhã”, contou, arrematando sua participação com uma reflexão: “Nós somos do tamanho dos nossos sonhos, então, pense grande. Fazendo as coisas certas, você será tamanho que você sonhar. Como já disse Ghandi: Seja a mudança que você quer ver no mundo”.

 

Por Carolina Pezzoni e Vinícius Victorino, da equipe de Comunicação da Endeavor Brasil.

A Endeavor é a organização líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em mais de 20 países, e com 8 escritórios em diversas regiões do Brasil.

Acreditamos que a força do exemplo é o caminho para multiplicar empreendedores que transformam o Brasil e por isso trazemos aprendizados práticos e histórias de superação de grandes nomes do empreendedorismo para que se disseminem e ajudem empreendedores a transformarem seus sonhos grandes e negócios de alto impacto.

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