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Executar é Questão de Sobrevivência!

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Planejar é essencial. Mas, assim como as medidas iniciativas, as “acabativas” são tão necessárias quanto.

Vocês já devem ter escutado pelos corredores, ou até mesmo em reuniões, que existem muitas iniciativas e poucas “acabativas”? Ou que, apesar dos projetos e ações estarem em andamento (o famoso gerundismo), os resultados não foram alcançados?

Comecem a se preocupar, pois as empresas de alto impacto estão botando para fazer e saltando à frente no mercado, executando projetos e planos de ações nos prazos estabelecidos.

Nos primeiros artigos, explorei a necessidade do planejamento. Agora, gostaria de compartilhar a execução que é tão importante quanto.

Um fator crítico de sucesso que gosto de citar é a participação da equipe desde a formulação da estratégia até a elaboração e execução dos projetos e planos de ação, florescendo e enaltecendo o sentimento de pertencer, de fazer parte de algo maior, enxergando o todo e entendendo que a responsabilidade pela parte impactará no resultado da organização.

A relação de causa e efeito é nítida neste caso. Antes de priorizar quaisquer projetos e ou planos de ações, tenha claro qual será o impacto mensurável a ser alcançado.

Um dos primeiros projetos que participei estava focado em reduzir a incidência de pontos escuros na fabricação de um determinado produto. Assim que o desafio foi lançado, estancamos as causas aparentes e precisávamos entender o impacto no resultado da organização que era evidente. No entanto, foi quantificado para sensibilizar a equipe que participaria, fazendo com que todos focassem e auxiliassem na melhoria.

Logo em seguida, analisamos os processos fabris e os dados existentes. Notamos que o cilindro que secava o produto possuía temperaturas instáveis e irregulares, uma das resistências estava queimada e implantamos toda uma metodologia de controle e gestão da manutenção. Claro que tudo isto não foi da noite para o dia, dado que o objetivo de analisar e executar planos de ações são para perdurar e perenizar, fazendo com que os problemas de hoje não voltem a acontecer.

Este primeiro projeto na organização possuiu um efeito viral positivo, fazendo com que outras pessoas quisessem identificar oportunidades e conduzi-las juntos com as diversas equipes.

Agora, isto funciona somente para indústria? Pelo contrário, em serviços os impactos são similares ou até mais expressivos dependendo do tamanho do desafio.

Outro exemplo: estávamos em uma empresa de prestação de serviços e o objetivo era identificar o custo na geração de propostas. Mas qual seria a consequência da otimização dos gastos?

Desdobramos um pouco melhor a expectativa e identificamos que precisávamos aumentar o nível de satisfação dos clientes e, ao mesmo tempo, aumentar o nível de renovação e permanência destes na empresa.

Com este direcionamento, fomos entender os processos organizacionais e as suas relações de causa e efeito, onde notamos que o tempo de atendimento era demasiadamente elevado e a quantidade de retrabalho impactava diretamente no elevado custo e na insatisfação dos clientes.

Como um bom brasileiro, poderíamos sair fazendo para logo solucionar o problema, no entanto, entendemos quais eram as reais causas que mais impactavam neste problema – afinal de contas, os nossos recursos são escassos, precisamos acertar o ponto na primeira tacada e diversos negócios não possuem a segunda chance.

Notamos que uma das principais causas, os cadastros incompletos, solucionaria boa parte dos retrabalhos reduzindo o tempo de resposta para o cliente, aumentando a produtividade, diminuindo os custos na geração das propostas e, consequentemente, aumentando a margem da organização.

Qual o segredo? Foco, disciplina, poder analítico, visão isenta do negócio e “botamos pra fazer”.

Uma última e preciosa dica: visão isenta. Muitas soluções estão em nossa frente, no entanto, com a ocupação e correria do dia a dia, acabam passando despercebidas. Escolha seu conselheiro, seu mentor, seu coacher, seu consultor ou monte sua equipe interna de gestão. A probabilidade de acelerar os seus ganhos aumentará exponencialmente, dado que sempre alguém estará cobrando as “acabativas”. E não se esqueça de atrelar tais “acabativas” aos planos de incentivos, isto ajudará e muito a alavancar e posicionar a sua empresa à frente das demais.

 

Eduardo Bezerra é CEO da Exection, e conta com mais de 15 anos de experiência em conusultoria em gestão empresarial.

 

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, Exection, CEO

Eduardo conta com mais de 15 anos de experiência em consultoria em gestão empresarial focada na busca por resultados perenes e execução dos projetos junto com os empreendedores e gestores, desde a Estruturação Organizacional até a Modelagem dos Processos que sustentam a estratégia. Sua experiência inclui ainda cargos de liderança em projetos em empresas de consultorias consagradas como INDG e TOTVS, é parceiro da Endeavor desde 2004. Ao longo de sua carreira atuou nos segmentos: manufatura, energia, bancos, saúde, logística, tecnologia, comunicação e mídia, entretenimento, luxo, educação, transporte aéreo, turismo e automotivo. Atualmente, é CEO da consultoria Exection - Executive In Action.

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