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O que é empreendedorismo: da inspiração à prática

Endeavor Brasil
Endeavor Brasil

A Endeavor é a rede formada pelas empreendedoras e empreendedores à frente das scale-ups que mais crescem no mundo e que são grandes exemplos para o país.

O que te diria um dicionário se você perguntasse a ele o que é empreendedorismo?

Empreendedorismo é a disposição para identificar problemas e oportunidades e investir recursos e competências na criação de um negócio, projeto ou movimento que seja capaz de alavancar mudanças e gerar um impacto positivo. Se queremos ser bastante objetivos, é bem por aí! Só que, para nós, ele vai um pouco mais além. Certamente, bem além de algumas linhas de definições.

Empreendedorismo na história

Volta a fita: estamos no ano 2000. O Brasil comemora seus 500 anos, as Olimpíadas estão acontecendo em Sidney, “Beleza Americana” ganhou o Oscar e e você está com um dicionário no colo. Folheando ali pela letra “E”, entre “emprazar” e “empregado”, um grande vazio. “Cadê ‘empreendedorismo'”? Não tem. “Mas eu ouço a palavra empreendedorismo desde que me entendo por gente!” Pois é.

Alguns anos atrás, empreendedorismo não fazia nem parte oficial da língua portuguesa.

Isso obviamente não quer dizer que não havia empreendedoras e empreendedores no milênio passado.

Na verdade, é por causa delas e deles que tudo que conhecemos é dessa forma, desde os primórdios da humanidade. Mas, quando virou verbete, empreendedorismo não só passou a existir no dicionário brasileiro, como trouxe consigo novas possibilidades.

O crescimento econômico foi meteórico, a geração de empregos também. A tecnologia nos surpreendeu. A inovação social ampliou o acesso. Temos mais conforto, mais experiências, novas relações com coisas e pessoas e, em geral, mais qualidade de vida por causa de novos negócios e iniciativas.

Por isso, é inegável a importância do empreendedorismo nas nossas vidas, assim como a importância de entender o que o termo empreendedorismo significa.

Quer entender mais sobre empreendedorismo? Boa leitura!

O que é empreendedorismo?

Empreendedoras e empreendedores questionam a realidade e fazem acontecer a revolução todos os dias. Em todas as partes do Brasil e do mundo.

Ao inovar e solucionar problemas de outras pessoas, de outras empresas ou de toda a sociedade, o empreendedorismo promove um grande desenvolvimento.

O exemplo de empreendedoras e empreendedores é fonte de inspiração para fazer mais e melhor. Quanto maior o sonho, maior a disposição para enfrentar obstáculos dentro do empreendedorismo. Dessa forma, o empreendedorismo pode estar latente ou manifestado de diferentes formas.

O empreendedorismo nas pessoas

Há pessoas com um forte espírito empreendedor que o exercem em diferentes lugares e situações. Em casa, quando decidem fazer uma reforma que otimize o espaço. Na empresa em que trabalham, quando um projeto precisa ser levado adiante. Ou, na vida, quando chega o momento de mudar.

Outras aplicam todo esse potencial em um novo negócio – do tamanho que seja, contribuem gerando empregos para sua comunidade, gerando renda para a economia local, e solucionam uma demanda por meio da inovação.

Além disso, existem ainda pessoas que fazem desse negócio algo muito maior. São empreendedoras e empreendedores de alto impacto, que transformam sonhos grandes em iniciativas de alto impacto, revolucionam seus mercados, crescem e fazem crescer, sem pegar atalhos e servindo de exemplo para gerações futuras.

Veja, aqui, histórias de empreendedoras e empreendedores

O perfil de quem empreende

Embora cada empreendedora ou empreendedor seja uma pessoa diferente, há algumas características que todas e todos precisam ter:

Dicas para empreender

O que devo fazer para me preparar para tomar minha carreira como empreendedora ou empreendedor?

A resposta pode parecer simples: empreender.

Empreender significa superar desafios, aprender coisas novas, ter e colocar em prática novas ideias. Isso tudo sem falar nas demandas técnicas e práticas, como:

Enfim, se preparar para seguir a carreira empreendedora não é tão simples assim.

Não há um curso de MBA que você deva fazer, que te garantirá dominar todos os conhecimentos necessários para tocar e fazer crescer um negócio lucrativo. Mas, há algumas ferramentas e recursos que podem ajudar. Por isso, veja 7 dicas básicas para começar a empreender:

1. Encontre sócias e sócios complementares

Existem 3 atividades fundamentais na vida de quem empreende: vender, entregar o produto, cuidar das finanças. Nenhum ser humano no mundo é capaz de fazer bem as 3 coisas!

2. Feito é melhor do que perfeito

Não perca tempo com planejamentos longos.

Devore os livros das metodologias de modelagem rápida e construa protótipos e produtos mínimos viáveis (MVP) que possam te ajudar a validar as hipóteses das suas ideias de negócio. Além disso, saia do prédio, vá para a rua, coloque a mão na massa.

E repita o processo até que o negócio comece a ganhar tração.

Se tiver que falhar, falhe rápido e toque o barco. Se você não cometer erros é porque está indo devagar demais.

3. Fale sua ideia para 2 pessoas: “Deus e o mundo!”

Esqueça o mito de que “alguém irá roubar sua ideia”.

Quanto mais você falar da sua ideia, mais vai enxergar os pontos fracos e, assim, mais irá aproveitar os feedbacks para melhorar seu modelo de negócio.

Eventualmente alguém poderá te copiar, mas isso será um sinal de sucesso, uma vez que você estará 1.000 feedbacks à frente.

Pratique religiosamente seu pitch até tê-lo na ponta da língua. Treine em frente ao espelho, com amigos e familiares.

4. Validou sua ideia? Agora, gaste sola de sapato

Vá a todos os eventos, encontros, congressos, feiras, adicione e seja adicionado por todos no LinkedIn.

Seu objetivo agora é conseguir o máximo de clientes para validar o modelo operacional. Sendo assim, sua meta nesta fase é ter um problema que todo empreendedor gostaria de ter: “vender tanto e não saber como entregar”.

5. Procurando investimento, aceleradoras ou incubadoras? 

Quando você for procurar investimento, uma aceleradora ou uma incubadora, pense se agregarão mentoria, networking e sinergia. E, principalmente, se você se identifica com as pessoas que estão sentadas do outro lado da mesa. Uma vez que, em breve, estarão sentadas do mesmo lado que você. Por fim, virão os aspectos econômicos do acordo.

6. Construa uma cultura organizacional

Você seguiu o checklist:

O próximo passo é crescer de forma acelerada e sustentável. Sendo assim, o segredo é:

Dessa forma, você poderá ser copiado em preço, produto, posicionamento, modelo de negócios. Mas, sua cultura organizacional jamais será copiada.

7. Acredite, persista, não desista

Você está empreendendo no Brasil.

Não vou te enganar.

Durante seu caminho, você irá encontrar desafios como: pesada carga tributária, burocracia, pouco acesso a crédito, antiquada legislação trabalhista, concorrência desleal, gargalos de infraestrutura, falta de profissionais qualificados e pouca educação empreendedora.

Apesar disso, não há motivo para pessimismo. Temos que acreditar no Brasil e sonhar em construir um país de pessoas que empreendem e que são agentes efetivos de mudança em nossa sociedade!

Lembre-se que “mais importantes do que suas qualidades ou habilidades, o que determina realmente QUEM VOCÊ É são as suas ESCOLHAS!”.

Como está o empreendedorismo no Brasil?

O tema no Brasil também está cheio de mitos – alguns acabam se provando verdadeiros!

1. O brasileiro sonha em empreender, mas isso não é tudo

Verdade!

A Endeavor perguntou aos brasileiros se prefeririam ser empreendedores ou funcionários: 76% deles sonham em ser donos do próprio negocio, a segunda maior taxa do mundo – atrás da Turquia (82%) e muito à frente dos Estados Unidos (51%) e União Europeia (37%), por exemplo. Mas, vontade não é tudo. E na falta de ação o brasileiro perde muito do seu potencial, com só 19% dizendo que pretendem empreender nos próximos cinco anos, atrás dos Estados Unidos, com 20%.

2. Abrir uma empresa em qualquer cidade do Brasil é demorado demais

Mito!

De fato, em muitas cidades se demora muito para abrir uma empresa, às vezes passando dos 100 dias para obter o registro completo, como em São Paulo. Mas, há, sim, lugares onde se pode abrir uma empresa em menos de uma semana, como Brasília, Belo Horizonte e São José dos Campos. Como nada acontece por acaso, essas cidades criaram grandes projetos para melhorar a vida das startups locais.

3. Falta dinheiro para as empresas 

Mito!

Em um ranking do Fórum Econômico Mundial com 148 países, o Brasil ficou na 30ª colocação quando o assunto é disponibilidade de capital para investir em empresas, bastante acima da média mundial. Mas muitas empreendedoras e empreendedores reclamam que esse é o maior obstáculo, e não estão tão enganados: apesar de existir, o dinheiro de investimento muitas vezes é difícil de acessar.

O Brasil está na 64ª colocação do mesmo ranking internacional, muito abaixo na média. Ou seja, o problema não é a falta de dinheiro, mas o que precisam para acessá-lo.

4. Pagar impostos é coisa para super-herói

Verdade!

Aqui não estamos nem falando da carga tributária (que também é alta), mas da complexidade burocrática que o empreendedor precisa cumprir para estar com tudo em dia.

De acordo com o Banco Mundial, são necessárias 2.600 horas para pagar impostos no Brasil, de longe a taxa mais alta do mundo. E a explicação é simples: de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) são mais de 11.500 normas tributárias por ano.

5. O simples poderia ser ainda mais simples

Verdade!

O Simples Nacional, um sistema de pagamento de impostos facilitado para micro e pequenas empresas, é um marco na história da empreendedora e do empreendedor no Brasil, com muitas conquistas para comemorar. Mas podia ser ainda melhor!

Hoje, nem todos os setores, especialmente os prestadores de serviços, podem ser incluídos no sistema. Além disso, mesmo que o Simples reúna oito impostos em um único pagamento, ainda são necessárias obrigações assessórias individuais, aumentando a complexidade do sistema.

6. Poucas empresas brasileiras crescem de verdade

Verdade!

O Brasil tem mais de 4,4 milhões de empresas. Mas, dessas, apenas 31.223 (1,3% do total) crescem mais de 20% ao ano, por pelo menos três anos. E elas têm um impacto gigante na economia: desde 2014, foram responsáveis por gerar 46,7% dos novos empregos.

7. As empresas brasileiras são muito inovadoras

Mito!

Apenas 11% de empreendedoras e empreendedores brasileiros iniciantes dizem que o produto ou serviço que oferecem é inovador, de acordo com o Global Entrepreneurship Monitor (GEM). É uma das piores taxas do mundo, junto com Bangladesh e Trinidad e Tobago!

Um dos problemas é o mercado brasileiro ter restrições às importações, o que deixam empreendedoras e empreendedores “confortáveis” (mostramos mais neste artigo), mas eles também precisam ter sonhos maiores: só 10% planejam contratar mais de cinco pessoas cinco anos depois de iniciar o negócio. Na Turquia, são 59%; no Chile, 36%; nos Estados Unidos, 30%.

8. A empreendedora e o empreendedor brasileiro tem muitas opções para se capacitar

Verdade!

Pode melhorar muito (especialmente a qualidade), é claro, mas organizações como Sebrae, Endeavor, aceleradoras e as próprias universidades têm diversos programas que incentivam empreendedoras e empreendedores.

As empresas que mais crescem no país

Das verdades entre os mitos que citamos ali em cima, a número 6 representa uma triste realidade do nosso país: “poucas empresas brasileiras crescem de verdade”.

Você sabia, por exemplo, que apenas 1,3% das empresas no Brasil crescem pelo menos 20% ao ano, por três anos seguidos? São as chamadas scale-ups, que mesmo sendo pouquíssimas, têm um impacto gigante na economia, sendo responsáveis por 46,7% dos novos empregos!

Aqui, trazemos as principais características das empresas que mais crescem no Brasil:

1. Scale-ups são empresas grandes enquanto pequenas

Sabe aquela história de que todo mundo um dia foi pequeno? Pois é, com as empresas acontece a mesma coisa. As scale-ups são justamente as empresas que estão mudando de faixa, se tornando grandes – só 8% delas têm mais de 250 pessoas empregadas. Os outros 92% das scale-ups são pequenos e médios negócios (PMEs), que estão só começando!

2. Elas não são startups

A idade média de uma scale-up é de 14 anos. Ou mais impactante ainda: mais de 90% das empresas com crescimento acelerado têm mais de 5 anos de história! Ou seja, se você está começando um negócio agora, sonhe grande, mas saiba que vai precisar trabalhar muito para chegar lá, e possivelmente até demore um pouco.

3. Existem scale-ups do Oiapoque ao Chui, literalmente

Mais da metade do total de municípios brasileiros é sede de scale-ups (2.806 cidades), inclusive o Oiapoque (AP) e o Chui (RS). Além disso, quase 60% dessas empresas estão em cidades com menos de 500 mil habitantes. Ou seja, antes de se mudar para uma grande cidade achando que só isso vai transformar a sua empresa, pense se não é mais importante criar um produto ou serviço melhor, que tenha clientes em todo o país, do Oiapoque ao Chui.

4. O Mark Zuckerberg é exceção

Histórias como a dele, que largou a faculdade e aos 23 anos criou uma empresa bilionária, são a exceção da exceção. Os jovens de até 28 anos representam apenas 5,5% de empreendedoras e empreendedores à frente de scale-ups no Brasil. A idade média de uma empreendedora e empreendedor de alto crescimento, na verdade, é muito mais alta: 47 anos.

5. Ter patente não é garantia de crescimento

A grande maioria das scale-ups brasileiras também não depende de patentes para crescer: só 139 delas têm essa proteção, menos de 0,27% do total. Mais do que isso, esse tipo de diferencial no Brasil é coisa de gente grande. Dos mais de 16 milhões de CNPJs do país, só 2.264 têm patentes (0,01% do total!), sendo que, em média, essas empresas têm 1.326 pessoas empregadas, quase 100 vezes mais que a média geral.

6. Homens ainda são a maioria

Seis em cada dez de empreendedoras e empreendedores brasileiros são homens. Nas scale-ups, essa relação é ainda maior: quase 70% dos líderes das empresas que mais crescem são homens. Isso não significa que mulheres não tenham capacidade de criar empresas de alto impacto, prova disso é que existem milhares delas!

7. Você também não precisa criar um aplicativo ou e-commerce para crescer

As scale-ups estão distribuídas em todos os setores da economia.

A indústria digital, ao contrário do que muitos acreditam, concentra apenas 1% de todas as scale-ups do Brasil. Quem lidera a lista é o varejo (20% do total), seguido da indústria da construção civil (13%). Apesar disso, quando olhamos para a densidade de scale-ups por setor, a indústria digital sobe para 3º lugar (com 18% de scale-ups dentro do setor), logo atrás de serviços administrativos (19%) e construção civil (22%), setor com a maior proporção.

8. Ter com quem compartilhar o sonho ajuda a crescer

Um dos maiores desafios dos empreendedores é a falta de alguém para dividir as dores e vitórias do dia a dia. Sócias e sócios se ajudam justamente nisso. E assim, levam o negócio mais longe. Prova disso é que o número de sócias e sócios de uma empresa no Brasil é, em média, 1,18, e, quando olhamos para scale-ups, esse número sobe para 2,32 sócios por empresa, praticamente o dobro.

Além de todas essas características, scale-ups são, acima de tudo, empresas em que empreendedoras e empreendedores botam a barriga no balcão, trabalhando todos os dias para alcançar um sonho grande. Sendo assim, com as suas empresas, eles querem fazer a diferença em um mercado, em uma cidade, para o Brasil. E estão fazendo!

Glossário do empreendedorismo

Cada indústria tem sua lista de jargões. Com o empreendedorismo não é diferente. Sendo assim, são vários os termos que você vai encontrar pela frente ao longo de sua jornada.

Como quem empreende, é importante que você se familiarize. Portanto, aqui vão 25 deles:

Aceleradora

A aceleração dentro de uma aceleradora pode incluir apoio financeiro, mas está baseada principalmente no suporte à criação e ao desenvolvimento do negócio, com sessões de coaching e/ou mentoring durante um período. Dessa forma, elas são financiadas com capital privado e apoiam startups.

Break-even

Em português, é “ponto de equilíbrio”. Acontece quando os custos da empresa são iguais às suas receitas.

Capital de giro

Capital de giro são os recursos financeiros utilizados para cobrir os custos do dia a dia da empresa e para sustentá-la entre o pagamento de despesas e o recebimento da receita de clientes.

Captação de recursos

Obter investimentos, o que pode ser feito por meio de empréstimos bancários, agências de fomento, fundos de investimento ou investidores-anjos.

Coworking

Espaço de trabalho compartilhado por diversas empresas, que passam a poder se relacionar e a trocar conhecimentos.

Crowdfunding

Obtenção de capital através de financiamento coletivo, em geral de pessoas físicas interessadas na iniciativa. Existem plataformas on-line especializadas em crowdfunding.

Crowdsourcing

Crowdsourcing é uma forma de conseguir serviços/ajuda de forma colaborativa para geração de conteúdos, solução de problemas, desenvolvimento de novas tecnologias, geração de fluxo de informação e afins.

Early stage

São consideradas empresas em early stage (estágio inicial) as que possuem até três anos de existência.

Elevator pitch

Apresentação da ideia do negócio em aproximadamente 30 segundos (o tempo que uma pessoa passaria no elevador).

Intraempreendedorismo

Significa empreender dentro da organização na qual se trabalha. Intraempreendedora é a pessoa enxerga nos problemas do dia a dia oportunidades de crescimento para a empresa, sendo capaz de inovar sistêmica e constantemente.

Empreendedorismo social

A empreendedora e o empreendedor social cria negócios com fins lucrativos, mas que propõem soluções inovadoras para problemas sociais ou ambientais, como lixo, educação e saúde. Ela/e está focado em mobilizar pessoas e trabalhar por uma causa para realizar verdadeiras transformações na sociedade.

Escalabilidade

Escalabilidade é a capacidade de replicar o produto/serviço com facilidade atendendo a um grande público ou abrangendo um grande mercado consumidor.

Incubadora

As incubadoras têm um perfil mais adequado para quem precisa de tempo e muito conhecimento para estruturar seu negócio. Assim, depende de subsídios governamentais e provavelmente vai precisar de uma quantidade relativamente grande de investimentos para acontecer.

Investidor anjo

Os angels, ou seja, investidoras e investidores anjo são profissionais experientes que investem capital em novos empreendimentos. Em troca, esperam um percentual da empresa investida.

MEI

Sigla para “Micro Empreendedor Individual”. É a pessoa que trabalha por conta própria e se legaliza como empresário.

Mergers and Acquisitions (M&A)

Termo em inglês para “Fusões e Aquisições” (abreviado M&A), é tanto um aspecto da estratégia corporativa e finanças corporativas quanto compra, venda, divisão e combinação de diferentes empresas.

Networking

Ter ou estabelecer uma rede de contatos. Assim, “fazer networking“, como é empregado, costuma ser uma ótima forma de ampliar a qualidade de seus relacionamentos e transformá-los em benefício mútuo no meio profissional.

PME

PME é a sigla para pequenas e médias empresas. Uma pequena empresa possui de dez a 49 funcionários. Além disso, uma empresa de médio porte possui entre 50 e 249 funcionários.

ROI

Sigla da tradução de “Retorno sobre Investimento” (ROI – Return of Investment). Assim, corresponde a um percentual da quantidade de dinheiro ganho em relação à quantidade de dinheiro investido.

Seed capital

Seed capital, ou capital semente, é aquele capital que se capta quando o negócio está em sua fase inicial, para que ele possa dar seus primeiros passos no mercado.

Spin-off

Criação de uma nova empresa de produtos ou serviços inovadores, criados inicialmente a partir de um projeto em uma “empresa-mãe”. Geralmente, os empreendedores do novo negócio trabalharam antes no desenvolvimento desse projeto na empresa-mãe.

Stakeholders

Stakeholders são todas as pessoas impactadas pelo negócio, sejam eles sócios, acionistas, funcionários, clientes ou segmentos da sociedade.

Startup

Eric Ries, autor do livro “Lean startup”, define startups como “um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza”.

Validação

Ter alguém validando sua ideia, ou seja, se tornando um cliente, usuário, ou estando engajado de qualquer forma ativa em seu negócio, é o sinal verde de que ele pode dar certo. Mas a validação é um exercício constante, um processo que exige flexibilidade, agilidade e resiliência para recomeçar diversas vezes, inovar e não desistir.

VC (Venture Capital)

Traduzido como “capital de risco”, fundos de Venture Capital apoiam empresas de pequeno e médio porte já estabelecidas e com potencial de crescimento. Assim, com duração média de 5 a 7 anos, os recursos investidos financiam as primeiras expansões, levando o negócio a novos patamares no mercado.

Sentiu falta de algum termo? Não entendeu alguma palavra ao longo dessa página? Deixe seu comentário! Dessa forma, esse glossário pode ser gradualmente complementado.

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