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Saiba como ingressar no ambiente das redes sociais sem se transformar em  um chato para seu consumidor.

Desde 2006 estou envolvido com conteúdo para redes sociais, quando lançamos o primeiro blog corporativo do Brasil sem censura e moderação. Muitas inquietudes marcaram este período até os dias atuais, nos quais nos sentimos mais seguros com o conteúdo que elaboramos para os usuários que navegam pelas nossas redes sociais, e mesmo assim não estamos isentos de críticas ao conteúdo que postamos. Redes sociais têm muitos bônus, mas também muitos ônus, porém ainda considero que o saldo médio é muito positivo para as empresas que souberem trabalhar a regularidade – algo quase inexistente na estratégia de redes sociais das empresas. O título deste artigo, extraído da revista semanal M&M, no caderno especial profissional de Marketing de março de 2012, explicitamente resume bem o que acontece quando as empresas ignoram seus públicos. Com o grande enfoque dado pela mídia tradicional nos últimos anos para as redes sociais, nasceu nas empresas a necessidade e muitas oportunidades em explorar este novo mundo. O desconhecimento de como ingressar neste ambiente foi um dos fatores que levaram muitas companhias a perderem a linha e se tornarem chatos com seus consumidores.

Percebe-se uma dificuldade em gerar o tal conteúdo relevante. Saber dosar o quanto falar da própria empresa e até um medo de falar de assuntos que não estão explicitamente ligados ao próprio negócio. A meu ver, estas dificuldades estão associadas ao desconhecimento do perfil do seu público e ao interesse deles, e isso impacta diretamente no resultado do trabalho nas mídias sociais. Outro fator que considero muito importante para uma marca se tornar chata para seus consumidores é o tão procurado ROI (retorno sobre investimento). O despreparo de alguns profissionais e a necessidade imediata de se conseguir bons resultados no trabalho, além do pouco investimento, faz com que muitas marcas esqueçam o conteúdo e foquem simplesmente na busca incansável por seguidores ou fãs. Outro erro comum são as mensagens desesperadas de ofertas, descontos ou promoções sorteando produtos que tem um grande desejo do público em geral. Com esta atitude, qualquer empresa será taxada de chata.

Redes sociais são como homeopatia: é lenta, não cura todos os tipos de doenças, quem faz percebe os resultados e quem não faz jura que não funciona. Não tenho convicções sobre a proporcionalidade de conteúdo que as empresas devem atribuir nas suas estratégias de redes sociais, adoto uma proporção na empresa que atuo de 20% para assuntos relacionados ao core business e 80% do conteúdo institucional de utilidade pública, que atenda o interesse dos usuários que navegam pelas redes sociais. Esta métrica não pode ser generalizada para todos os segmentos de negócios, no entanto, tem se demonstrado muito acurada para o segmento em que atuamos.

Romeo Deon Busarello é Diretor de Ambientes Digitais da Tecnisa e Professor dos cursos de MBA e Pós Graduação do Insper e ESPM.

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, Tecnisa, Diretor de Marketing
É Diretor de Marketing e Ambientes Digitais da Construtora TECNISA. Responsável pelo desenvolvimento de trabalhos de grande importância para o mercado brasileiro de comunicação e internet, como vendas de apartamentos pela internet e os atuais conceitos de open innovation e Fast Dating, que permeiam as iniciativas de inovação da companhia. Graduado em Administração de Empresas, pós-graduado em Marketing e mestre em Administração de Empresas, Romeo atua também como Professor nos cursos de MBA e Pós-Graduação da ESPM e Insper.

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