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Conhecendo e Mitigando Seus Riscos

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A que tipos de riscos minha empresa esta sujeita? Como identifico e priorizo estes riscos e quais os principais meios para mitigá-los?

Gerir riscos é parte do cotidiano de todas as empresas e pessoas. Seja nas decisões de investimento do seu capital, contratação de profissionais, obtenção de empréstimos, aquisição de um ativo, é natural pensar e calcular o retorno desejado. Por outro lado, existem riscos que podem diminuir e, até mesmo, inviabilizar o resultado almejado para o crescimento da organização.

Os riscos a que as empresas estão sujeitas podem originar-se tanto do ambiente externo em que ela está inserida quanto do ambiente interno. O “olhar para fora” deve monitorar os movimentos dos concorrentes, consumidores, oscilações do mercado financeiro, mudanças regulatórias e de leis, novas tecnologias bem como as expectativas das demais partes interessadas, ou stakeholders, como sociedade, governo, comunidade local e meio ambiente. As empresas devem considerar essas ameaças externas e mecanismos de mitigá-las em seus planejamentos estratégicos, por meio da análise de riscos estratégicos, financeiros, operacionais e de compliance (legal e regulatório) que podem oferecer impactos potenciais ao modelo de negócio e sua respectiva operação. Eles são conhecidos como riscos corporativos.

Porém, os riscos que se originam no ambiente interno muitas vezes são negligenciados e deixados em segundo plano. Estes riscos estão presentes nas diversas camadas de um negócio: processos, sistemas, governança e gestão, infraestrutura e profissionais. É fundamental que sejam conhecidas as fragilidades e vulnerabilidades que permeiam estas camadas, a fim de identificar os riscos potenciais, os quais podem provocar perdas financeiras, de receita, de ativos ou estoque bem como de reputação. Podem ser originados por falhas, erros ou desvios de conduta e má fé.

O risco mais preocupante é aquele que a empresa não tem conhecimento. Por isso, é primordial que toda empresa possua um processo estabelecido para gestão de riscos com enfoque pragmático e que gere valor ao negócio, contemplando os seguintes passos: (1) diagnóstico dos riscos potenciais, (2) priorização dos riscos, (3) mitigação dos riscos.

Vamos explorar detalhadamente esses três passos no próximo post.

Este artigo foi desenvolvido em conjunto com Heloisa Macari, executiva sênior da ICTS Global, responsável pela unidade de negócio GRN (Gestão de Riscos de Negócios).

Marcelo Forma é sócio-diretor da ICTS Protiviti , empresa de consultoria, auditoria e serviços em gestão de riscos de negócios.

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, ICTS, Sócio-diretor

Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, com pós-graduação em Administração de Empresas pela EAESP- FGV. Sócio-Diretor da ICTS, empresa de consultoria, auditoria e serviços em gestão de riscos de negócios, com atuação em âmbito nacional e internacional. Responsável pela área de Gestão de Talentos e também atua diretamente em desenvolvimento de negócios. É referência nas áreas de prevenção de perdas, riscos operacionais, ética corporativa e programas de compliance.

 

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  1. J.rigoni@globo.com - says:

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    (1) diagnóstico dos riscos potenciais, (2) priorização dos riscos, (3) mitigação dos riscos.
    Vamos explorar detalhadamente esses três passos no próximo post.
    Quando serão publicados?

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