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Como lidar com grandes mudanças

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Grandes mudanças não são rupturas, mas sim continuidade. Saiba como lidar com esse paradoxo.

- “Sabe, Rogério, estamos vivendo aqui um momento de transição”.

Esta é a frase que escuto de 100% das empresas. E quando meus interlocutores  descrevem seu contexto fico com a sensação de que tal transição iniciou-se mais ou menos na fundação da empresa e perdura até os dias atuais…

E é isso mesmo: indivíduos e organizações se movem a todo instante. Nada está parado. Tudo é transição, tudo está em permanente transformação. Algumas transições são triviais, quase rotineiras. Outras, impactantes e decisivas, às vezes associadas a perdas.

Não é sem motivos que a competência da adaptabilidade está entre as vedetes nas empresas mais bem sucedidas. Flexibilidade e capacidade para atuar em contextos complexos são atributos mais do que desejados: são essenciais.

Mas a realidade é que lidamos mal com mudanças. Organizações e seus líderes têm alto nível de imunidade à mudança. E o que é pior: se autoconhecimento não é marca registrada do time, seus indivíduos sequer se dão conta dos próprios pontos cegos. Há, dessa forma, poucos investimentos que valem tanto a pena quanto aqueles que desenvolvem na liderança seu nível de consciência e sua aptidão para navegar em ambientes marcados por instabilidade, incerteza, ambiguidade, polaridade e vulnerabilidade.

Não dá para contar – sequer para prever – quantas mudanças enfrentaremos em nossas vidas e carreiras. Tampouco é possível contabilizar por quantas transformações uma organização passará. E a experiência de viver mudanças e transições enseja uma lógica contra-intuitiva: mudamos para preservar nossa essência. Mudamos – nós e nossas organizações – para nos tornar cada vez mais a realidade concreta da imagem guardada em nossas mentes e corações. Nossas transformações são idealmente o caminho por meio do qual fazemos das mudanças oportunidades para “continuar”, e não “romper”, pois operam como veículos que fortalecem nossos mais significativos valores e propósitos. E quando navegamos em nosso chamado, mesmo as transformações mais relevantes guardam a sensação de continuidade, e não de ruptura. Mudamos para manter a rota, para permanecer em fluxo.

Compreender esta lógica paradoxal é chave – e será cada vez mais.

Rogério Chér tem 44 anos e é sócio da Empreender Vida e Carreira. 

, Empreender Vida e Carreira, Sócio
Rogério Chér é sócio da Empreender Vida e Carreira. Na DBM do Brasil atuou como Consultor de Carreira, coordenou o Núcleo de Empreendedores e foi Vice Presidente de Operações para América Latina. Chér foi Diretor Corporativo de RH da Natura e é professor da FAAP nas disciplinas de Formação de Empreendedores e Comportamento Organizacional. Também atua como professor nos cursos da FGV sobre Empreendedorismo e Criação de Novos Negócios. É autor de livros sobre Empreendedorismo e Gestão, cujo último título lançado chama-se "Empreendedorismo na Veia - Um aprendizado constante". Como conferencista participou de eventos, em dezenas de cidades Brasileiras, ministrando palestras em Instituições e empresas de diversos segmentos como: GS&MD - Gouvêa de Souza, ADCOS, Íntegra Medical, DBM, Queiroz  Galvão, Prefeitura de São Paulo - Secretaria da Saúde, Pieracciani, Faex Transportes, BR Construtora, Amcham, UFMG, Sebrae, Blue TreeHotels, Endeavor, FAAP, Insper, FGV, entre outras.

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