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Carta aberta aos empreendedores: é hora de dizer “não” aos atalhos

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Carta aberta aos empreendedores é hora de dizer nao aos atalhos (Crédito: Shutterstock)

Empreendedores devem ser o motor da mudança e o exemplo que queremos multiplicar pelo país.

Há 20 anos a Endeavor foi criada com uma crença fundamental: multiplicar a força do exemplo de empreendedores que apoiamos para inspirar e mostrar o caminho do crescimento a todos aqueles que já estão no jogo ou iniciando as suas trajetórias à frente de um negócio.

Vivenciamos agora um momento especialmente crítico da nossa história, onde o mau exemplo dado por empresários que deveriam ser a nossa fonte de inspiração contamina negativamente a percepção da sociedade sobre quem produz, emprega e inova. Mais do que isso, o mau exemplo espalha a crença de que só é possível construir um grande legado empreendedor transigindo as regras do jogo.

Felizmente isso é a exceção num país com quase 10 milhões de empreendedores como o Brasil. Em vários momentos, estes heróis enfrentam o fantasma da burocracia e do peso do Estado na forma de mudanças tributárias diárias, lentidão nos processos de licenciamento e ofertas de um caminho com menos solavancos e mais atalhos para aqueles que aceitarem corromper os agentes públicos. A imensa – e silenciosa – maioria de empreendedores trabalha duro todos os dias para tirar as ideias do papel e construir um sonho que impacte cada vez mais pessoas, carregando consigo todo o entulho burocrático brasileiro, que precisa urgentemente ser removido.

Fazer as coisas do jeito certo, sem tomar atalhos, é imprescindível aos empreendedores e ao país.  Temos muito orgulho de apoiar mais de 100 empreendedores que nos últimos anos cresceram a uma taxa de 26% ao ano e vão gerar 10 mil novos empregos em 2017, ao mesmo tempo em que assumiram um compromisso público pela ética na atuação como donos de negócios. Eles mostram que é possível, sim, crescer pela via correta, mesmo que mais longa e esburacada. São exemplos de um Brasil que dá certo que nos orgulha e que poderia ser multiplicado se encontrássemos aqui um ambiente de negócios mais amigável.

Em um momento conturbado, em que valores e ética empresarial aparecem em segundo plano no noticiário, conclamamos todos os empreendedores do país a não tomar atalhos e, com seu bom exemplo, ajudar a criar um ciclo virtuoso de prosperidade para todos.

E, que da próxima vez que alguém disser que há um jeito mais “fácil”, a decisão de não transgredir seja a única opção. Você, empreendedor, precisa ser o agente da mudança com as suas atitudes.

Day1 2017

A Endeavor é a organização líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em mais de 20 países, e com 8 escritórios em diversas regiões do Brasil.

Acreditamos que a força do exemplo é o caminho para multiplicar empreendedores que transformam o Brasil e por isso trazemos aprendizados práticos e histórias de superação de grandes nomes do empreendedorismo para que se disseminem e ajudem empreendedores a transformarem seus sonhos grandes e negócios de alto impacto.

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10 Comentários

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  1. matheus cunha - says:

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    Fazer as coisas do jeito certo, sem tomar atalhos, é imprescindível aos empreendedores e ao país. Ótimo artigo, concordo com você Paulo, muitas vezes os atalhos nos levam a ciladas… Sou fundador do site http://portalmaquinadevendas.com

  2. Paulo Prado - says:

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    Muitas vezes os atalhos nos leva, a ciladas que quando nos demos contas já caímos. Principalmente no meu campo de atuação onde muitos duvidam que é possível criar um negócio a partir de casa.

    Sou Fundador do site : http://www.gerandorendaonline.com/como-ganhar-dinheiro-na-internet/

  3. Guilherme Silveira - says:

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    Muitas vezes os “atalhos” possuem muitas armadilhas. Empreendendo há mais de 2 anos, eu sempre tento fazer tudo da maneira correta para ter um negócio sustentável no longo prazo.

    Guilherme SIlveira

    Editor do http://folhademocratica.com.br/

  4. Eduardo Siqueira Filho - says:

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    Perfeito!! Integridade moral e ética, afinal, negócios são feitos de pessoas para pessoas. Um bom exemplo vale mais que qualquer MBA.

  5. joao batista pereira da silva - says:

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    realmente existe uma burocratização no sistema, porém diversas vezes clientes solicitam o famoso “jeitinho” curso conexão saudavel

  6. Osmar Capistrano - says:

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    Estou muito feliz em ter tido o privilégio de ler esse artigo pois retrata o meu sentimento frente a todos os absurdos que acontecem no nosso dia a dia. Espero que a justiça não fracasse em punir os verdadeiros culpados e que sirva de exemplo. Faço parte de um segmento que é tão corrompido como esses que lotam as primeiras páginas dos jornais todo santo dia que Deus nos dá. Temos que dá um basta..

  7. ALEXANDRE ARAGAO - says:

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    Trabalho com legalização de empresa, e realmente existe uma burocratização no sistema, porém diversas vezes clientes solicitam o famoso “jeitinho”, isso acaba matando o sistema, pois 70% do sistema funciona desse jeito, para minimizar custo ao cliente e tentar enfraquecer esse sistema, tive que montar formas de trabalho para antever que seja necessário esse “jeitinho”, mas ainda tem muito.

  8. Paulo Vallim - says:

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    Excelente iniciativa !! A desburocratização, simplificação e digitalização são clamores de toda a sociedade,
    já a atitude de pegar os atalhos depõem contra essa necessidade e só criam os álibis para o setor público criar mais leis e burocracia.

  9. FERNANDA SATHLER SATHLER - says:

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    Eu acredito nisso, crescer sem “atalhos”, de forma ética, mas tem que ter muita paciência e perseverança. Sou farmacêutica de uma farmácia de manipulação e que o observo no mercado são práticas de propina, comissionamento e indicação, esquecendo da saúde do cliente. Muitas vezes há um excesso de indicações. Eu quero fazer parte do Brasil ético. Fernanda Sathler

  10. TERESA OURIVIO - says:

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    Penso que a palavra não é “transigindo” as regras, pois transigir é entrar em acordo. Certo seria “transgredindo” as regras. E de todo modo eu não diria “jogo” pois não se trata de um jogo e sim da vida de todos os cidadãos brasileiros.

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