Você já se perguntou por que
nosso conteúdo é gratuito?
Somos uma ONG de fomento ao empreendedorismo de alto impacto que capacita
4 MILHÕES
DE EMPREENDEDORES
A CADA ANO
Faça a sua doação e contribua para continuarmos
este trabalho em 2016!

Capital de Giro: O Grande Vilão no Acesso a Capital

LoadingFavorito

Investimento em capital de giro deve ser uma ação estratégica, pois assegura que as operações da empresa continuem funcionando de forma sustentável.

Preview

É comum, quando pensa na abertura de uma nova empresa, o empreendedor levar em consideração, intuitivamente, o investimento físico, como terrenos, máquinas, equipamentos e matérias primas, mais visíveis a “olho nu”. No entanto, o investimento em capital de giro, embora não tenha a presença física, é fator primordial para assegurar a operação da empresa. Infelizmente, o empreendedor brasileiro nunca foi educado para visualizar o capital de giro.

Capital de giro é o recurso necessário para sustentar as operações do dia a dia da empresa, referindo-se a todo o seu ciclo operacional, desde a compra de matéria prima até a venda e o recebimento do pagamento dos produtos/ serviços vendidos. É ferramenta fundamental para a tomada de decisão.

Ao desconsiderar o capital de giro previsto no investimento inicial e não adotar um planejamento financeiro adequado, o empreendedor, no decorrer do tempo, acaba recorrendo ao auxílio dos bancos para acessar crédito e financiar a operação.

Pena, que na maioria das vezes, ele busca este auxílio quando está em situação emergencial, aumentando o risco perante aos bancos e negociando em situações extremamente desfavoráveis.  O resultado não é novidade para ninguém: a capitalização desordenada da empresa traz um alto custo de endividamento e compromete sua saúde financeira no médio e longo prazo.

Tal situação é a responsável pela quase totalidade dos casos em que o empreendedor fica extremamente vulnerável dos bancos. Daí a expressão, normalmente utilizada: “a empresa paga para trabalhar para o banco”.  O que não é necessariamente uma verdade.

Esta análise da necessidade do capital de giro não é vista no Balanço Patrimonial e DRE – Demonstrativo de Resultados-, mas sim através do fluxo de caixa. Por isso, há empresas que “quebram” com lucro e sem caixa, e empresas que não “quebram” com prejuízo, pois têm caixa.

Controles e processos financeiros adequados, conhecimento do fluxo de caixa e do ciclo financeiro (tempo entre o pagamento a fornecedores e o recebimento das vendas) são fundamentais. Na Endeavor, avaliamos imediatamente o gestor financeiro do empreendedor. Sabemos de sua importância, pois normalmente o empreendedor não gosta de planilhas financeiras. Deveria!

Uma empresa bem administrada passa necessariamente por uma excelente administração do capital de giro. Conhecê-lo (bem) é o primeiro passo na hora de acessar capital.

O autor Marcelo Guimarães é Gestor de Serviços a Empreendedores na Endeavor Brasil.

A Endeavor é a organização líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em mais de 20 países, e com 8 escritórios em diversas regiões do Brasil.

Acreditamos que a força do exemplo é o caminho para multiplicar empreendedores que transformam o Brasil e por isso trazemos aprendizados práticos e histórias de superação de grandes nomes do empreendedorismo para que se disseminem e ajudem empreendedores a transformarem seus sonhos grandes e negócios de alto impacto.

Deixe seu comentário

4 Comentários

Faça login para deixar seu comentário sobre este conteúdo
  1. mariangela tranchesi - says:

    0 curtidas
     
    Curtir

    Tenho uma empresa de comidinhas orgânicas para crianças. Preciso de um investidor para poder investir em marketing, pois nosso capital acabou. Como encontrar um investidor?

    1. sinhorini.bruno@gmail.com - says:

      0 curtidas
       
      Curtir

      Já procurou pelo MKT orgânico e digital? Abraço.

  2. Elcio Pereira - says:

    1 curtidas
     
    Curtir

    Tive um problema financeiro na compra do meu empreendimento.
    Pois adquiri uma lancheria no valor de R$ 70.000,00 há três anos atraz, pois comprei 50% do negócio e os outros 50% eram do meu primo, sendo que, em fevereiro de 2012 o mesmo informou-me que não queria mais o negócio e simplesmente largou mesmo. Sendo assim eu tive que assumir os 50% que estava faltando para á quitação do negóCIO

    1. sinhorini.bruno@gmail.com - says:

      0 curtidas
       
      Curtir

      Vocês firmaram um contrato social? Procure um advogado, ele irá te ajudar. abraço.

Parceiros
Criação e desenvolvimento: